Arquivo da tag: Pará

Assentamento Eixo Forte realizará o Festival do Tacacá nos dias 8 e 9 de julho


Comunitários estão nos últimos preparativos do evento, que é tradicional no calendário cultural de Santarém

O tacacá, alimento típico da cultura paraense – composto basicamente por tucupi, goma da mandioca, camarão e jambu -, gera renda e oportunidades para muitas famílias no Oeste do Pará. Na comunidade São Braz, que integra o Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte  – município de Santarém -, os moradores se preparam para realizar o 12º Festival do Tacacá, nos dias 8 e 9 de julho. Para este ano, a estimativa da organização é atrair um público de 10 a 15 mil pessoas.

As famílias estão mobilizadas na montagem da infraestrutura para o evento, o que inclui barracas rústicas, à base de palha, e na separação dos ingredientes para o preparo dos alimentos. Além do tacacá, também serão comercializadas diversas iguarias produzidas pela própria comunidade, como mugunzá, vatapá, bolo de macaxeira, tarubá e galinha caipira.

 

A abertura do festival será no sábado, 8 de julho, a partir das 18 horas. Haverá apresentações folclóricas e a entrega da faixa à rainha do Tacacá, oportunidade em que o artesanato paraense se expressa por meio de trajes típicos. No domingo, as atividades iniciam às 8 horas, com um tradicional café da manhã, e se estendem até por volta das 21 horas.

Segundo Rildo dos Santos de Queiroz, presidente do conselho comunitário de São Braz, o festival valoriza a produção de alimentos da comunidade. “Esse festival é a cultura da comunidade. Além de mostrar o que produzimos, é uma forma de angariar recursos para investir em melhorias na vila”, destaca Queiroz.

Na divulgação e no preparo do festival, a comunidade São Braz conta com o apoio direto de uma organização contratada pelo Incra para o serviço de assistência técnica e extensão rural, a Consulte.

Como chegar a São Braz
A comunidade fica a quinze quilômetros da área urbana de Santarém e o acesso se dá pela rodovia Everaldo Martins (PA-457). Todos os ônibus da empresa de transportes coletivos Eixo Forte passam por São Braz, das linhas identificadas como Cucurunã, Irurama e Alter do Chão.

Veja a programação completa

Anúncios

Assentados de Santarém (PA) são capacitados para a produção de cajuína


Assistência técnica e extensão rural ofertada pelo Incra qualifica a produção de derivados do caju no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte

O dia de hoje (4) foi de novos aprendizados para famílias das comunidades Pajuçara, Santa Maria, São Raimundo e Vila Nova, do assentamento Eixo Forte. Elas participaram de oficina de boas práticas na fabricação de alimentos derivados do caju, com foco na cajuína. A bebida – não alcoólica e típica do Nordeste – começa a ser inserida na produção dos assentados da reforma agrária em Santarém (PA).

A oficina, ocorrida hoje (4), faz parte do serviço de assistência técnica e extensão rural ofertado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e executado pela Consulte no PAE Eixo Forte.

O assentamento possui grande quantidade de cajueiros nativos e tem ampliado o cultivo de mudas da espécie, que se adapta bem ao solo e ao clima da região.

Toda a matéria-prima empregada na oficina foi colhida no PAE Eixo Forte.

Na oficina, os assentados aprenderam todas as etapas para o preparo da cajuína e a utilização de ferramentas para agilizar e dar qualidade ao produto final, quando da separação da castanha do fruto; do refino do suco; e o envazamento de garrafas. A capacitação envolveu também as técnicas de higiene na fabricação.

Festival do caju

A oficina serviu de preparação para o evento, que ocorrerá nos dias 19 e 20 de novembro, na comunidade Pajuçara. Diversos produtos serão comercializados a partir do caju, como os tradicionais doces, e alguns que irão proporcionar uma experiência diferente ao paladar do santareno, dentre os quais, lasanha e coxinha com o uso da fruta. A cajuína, foco da oficina realizada hoje, será a grande novidade da quinta edição do festival.

Assentada é qualificada e passará a introduzir a cajuína na sua produção

Assentada é qualificada e passará a introduzir a cajuína na sua produção

Maria Ercila dos Santos (à esquerda), 57, já fez o seu planejamento de comercialização de produtos. “Este ano, vamos colocar à venda compota, doce, castanha, paçoca, biscoitinhos, creme, brigadeiro e cajuína. A gente pensa em cada vez mais melhorar a qualidade dos derivados”, destaca a assentada ao participar da oficina de boas práticas na fabricação de alimentos.

A “Cajuína Pajuçara” será apresentada no festival do caju e já com uma identidade própria: o rótulo destaca a bebida como do assentamento Eixo Forte e da reforma agrária. “É mais um produto que vai agregar renda às famílias. É a cajuína com gostinho paraense”, ressalta Roberto Sardinha, diretor técnico da Consulte, organização de assistência técnica e extensão rural contratada pelo Incra.

Anteriormente à oficina, técnicos da Consulte realizaram visitas individualizadas às famílias e atividades para melhorar a produção de caju, como a poda das árvores e o tratamento para o controle de pragas.

Nota – Interdição da BR 163 e negociação com trabalhadores rurais


Última atualização às 12h55 do dia 22.02.16

O Incra informa que, na tarde de sexta-feira (19), foi realizada uma reunião com representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e dos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual do Pará (MPE) para discutir a interdição da BR 163 na altura do município de Novo Progresso. A reunião, da qual o Incra participou, ocorreu na sede do MPF em Santarém. O Sinttraf de Novo Progresso não enviou representantes, apesar de confirmação prévia de participação.

Após as discussões, como encaminhamento, o Incra, em conjunto com a Casa de Governo [de Altamira], posicionou-se pela liberação do tráfego da rodovia como condição para a continuidade das negociações.

Liberada a rodovia, o Incra se compromete a prosseguir na avaliação da pauta de reivindicações relacionada ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa.

Deliberou-se, ainda, que, prioritariamente, a mesa de negociações será realizada em Santarém com a participação do MPF, MPE e da PRF, além de um representante da Casa de Governo.

Por ser um movimento cuja pauta vai além das atribuições do Incra – envolve outros órgãos federais, como a Funai -, é acompanhado pela Casa de Governo, que é vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República.

O Incra acrescenta que desde o início da mobilização tem mantido um diálogo aberto e contínuo com as lideranças do movimento – sindicais e de associações – por meio de contatos por telefone e ofícios. Atualmente, a autarquia monta um plano de ações para o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa, a ser apresentado na mesa de negociação.

Em dezembro de 2015 e janeiro deste ano, o superintendente do Incra no Oeste do Pará, Claudinei Chalito, recebeu representantes do movimento em duas audiências, na sede do órgão em Santarém (PA), quando foram tratados os mesmos pontos da atual pauta de reivindicações. Antes mesmo do Incra concluir a análise e apresentar os encaminhamentos, a rodovia foi fechada.

Assentamento Eixo Forte realizará VI Festival Cupuçaí em Santarém (PA)


6° CupuÇaí - 2015A comunidade Santa Maria, do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte, no município de Santarém (PA), realizará, nos dias 5 e 6 de dezembro, o VI festival do cupuaçu e açaí, conhecido como Cupuçaí.

O evento tem o objetivo de resgatar o interesse da população local para a valorização da cultura do cupuaçu e açaí e destacar a importância socioeconômica que tais produtos têm para a comunidade. O festival também constitui uma alternativa de renda para os comunitários.

“O desejo é mostrar para a sociedade o que a gente tem na comunidade e o potencial das atividades agrícolas que desenvolvemos”, ressalta o presidente da associação da comunidade Santa Maria, Adailson Pereira da Mota.

Com apresentações artísticas e folclóricas – eleição da rainha do festival e carimbó -, o festival visa o público de comunidades vizinhas, como Juá, Pajuçara, São Francisco do Carapanari, Cucurunã e São Braz, além de turistas, moradores da área urbana de Santarém e de outras localidades da região de rios e planalto do município.

Neste ano, a comunidade Santa Maria conta com o apoio direto de uma organização contratada pelo Incra para o serviço de assistência técnica e extensão rural (ATER), a Consulte.

comunidade_santa_maria_pae_eixo_forte (3)

Técnica de ATER em atividade de campo com assentada da comunidade Santa Maria

Como chegar a Santa Maria

O acesso à comunidade se dá pela rodovia engenheiro Fernando Guilhon, seguindo pelo ramal Maria José. O ramal é a segunda entrada, à esquerda, depois da ponte do Juá, no sentido aeroporto.

Na entrada do ramal Maria José, já é possível ver uma faixa anunciando o festival Cupuçaí.

A comunidade Santa Maria fica a aproximadamente 12 quilômetros do centro de Santarém.

Como alternativa ao público interessado, há a linha de ônibus coletivo “Pajuçara-Santa Maria”, que realiza cinco viagens diárias até a comunidade.

Aos sábados, o último ônibus sai da comunidade às 19h30 e, no domingo, a comunidade solicitou que seja ampliado o número de itinerários, com a última saída às 20h30.

Famílias da Resex Tapajós-Arapiuns recebem capacitação em agroecologia


ix_semana_agroecologia_incra_ceapac_04-08_05_15O Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (Ceapac) realizou, no período de 4 a 8 de maio, a 9ª Semana de Agroecologia, cuja maior parte das atividades foram realizadas em Santarém, Oeste do Pará.

A entidade aproveitou o ensejo do tradicional evento para inserir comunitários da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, que são atendidos com o serviço de assistência técnica e extensão rural (ATER) contratado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

“Se formos observar os planos de manejo e os acordos de utilização [da Resex], é agroecologia pura. Não está previsto usar muitos insumos, plantar grandes áreas… É para as famílias, realmente, praticarem a agroecologia e muitas delas já estão praticando”, informa Harald Weinert, coordenador da equipe de assistência técnica do Ceapac, ao explicar a participação de comunitários da Resex no evento.

Como experiências positivas na unidade de conservação, Harald Weinert menciona a criação de abelhas, consorciada à manutenção de espécies vegetais que favorecem a produção de mel, e o artesanato com palha de tucumã. “E já nos foi apresentado como demanda a necessidade de fazer plantios de tucumã para não acabar com os tucumazeiros nativos”, informa Weinert.

Dentre os desafios que se apresentam na Resex, na perspectiva da agroecologia, o coordenador de ATER do Ceapac cita o caso da pimenta do reino. “(…) Que é uma monocultura, mas que queremos diversificar essa produção junto com as famílias”, adianta.

Sistemas agroflorestais

Crédito: Incra Oeste Pará/Luís GustavoO cultivo agrícola conjugado foi tema de atividade de campo, realizada no dia 7 de maio, na região do Eixo Forte, em Santarém, sobre sistemas agroflorestais. A proposta é combinar espécies arbóreas (frutíferas e/ou madeireiras) com cultivos agrícolas e/ou criação de animais, gerando benefícios econômicos e ecológicos.

Vídeos com exemplos de sistemas agroflorestais em imóveis rurais do Pará foram exibidos. Em campo, os comunitários executaram as etapas de implantação desta forma alternativa de manejo do solo, congregando espécies como açaí, banana, pimenta, leguminosas e essências florestais.

Mel

Em Belterra, município vizinho a Santarém, também como parte da 9ª Semana de Agroecologia, comunitários da Resex Tapajós-Arapiuns participaram de oficina, no dia 6 de maio, sobre meliponicultura, que é a criação de abelhas sem ferrão.

Na oportunidade, foram abordadas técnicas de manejo de enxames e apresentados produtos derivados do mel com foco na comercialização. A oficina ocorreu num dos maiores meliponários da região.

Anteriormente, o Ceapac já havia promovido intercâmbio interno, entre comunidades da própria Resex Tapajós-Arapiuns, com o fim de compartilhar experiências sobre a criação de abelhas sem ferrão e a produção de mel e seus derivados.

Programação

Durante a 9ª Semana de Agroecologia (íntegra da programação), foram realizadas oficinas de campo e na sede do Ceapac sobre a produção de mel, sistemas agroflorestais e plantas comestíveis não convencionais. Produtos agroecológicos foram expostos numa feira.

Um seminário foi promovido para avaliar os resultados parciais no trabalho de assistência técnica e extensão rural do Ceapac nas comunidades da Resex Tapajós-Arapiuns, além de explicitar os desafios para qualificar a produção.

O Ceapac executa contrato assinado com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para assistir 742 famílias da Resex Tapajós-Arapiuns. O trabalho da entidade iniciou em fevereiro de 2014.

Além de 30 comunitários da Reserva Extrativista, divididos entre as localidades atendidas pelo Ceapac, participaram da 9ª Semana de Agroecologia estudantes de ensino superior, famílias de assentamentos e técnicos de outras entidades de assistência técnica.

Incra assina contratos de assistência técnica para oito assentamentos de Monte Alegre (PA)


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) assinou hoje (18) dois contratos de assistência técnica para atender a 1.188 famílias em oito projetos de assentamentos agroextrativistas no município de Monte Alegre: Aldeia, Jacarecapá, Região dos Lagos, Nazaré, São Diogo, Cuçaru, Paytuna e Curralinho.

A Associação Horto Florestal de Monte Alegre irá prestar o serviço de assistência técnica. Sediada em Monte Alegre, a entidade atua na área desde 2008. A seleção ocorreu por chamada pública aberta pelo Incra, através da qual a entidade venceu dois lotes.

Os contratos têm vigência inicial de um ano, com possibilidade de serem prorrogados por mais cinco anos. O valor a ser pago pelo Incra corresponde a R$ 2.901.310,50.

Engenheiros agrônomos e florestais, além de técnicos agropecuários estão no rol dos profissionais que estarão envolvidos na assistência técnica aos oito assentamentos que constam nos contratos.

Nos dias 25 e 26 deste mês, está marcada oficina para promover o primeiro contato da equipe técnica da Associação Horto Florestal com representantes dos assentamentos onde será ofertado o serviço de assistência técnica. Técnicos do Incra irão participar do evento.

Na oficina, serão apresentados os serviços, as metas e a metodologia a ser aplicada.

À esquerda, o superintendente do Incra no Oeste do Pará, Luiz Bacelar; ao centro, técnico da autarquia lotado no setor de assistência técnica, Diego Acácio; e à direita, Itajury Kishi, pres. da Associação Horto Florestal

Assistência técnica – Incra/Associação Horto Florestal de Monte Alegre

Assentamento

Famílias a serem atendidas

PAE Aldeia

250

PAE Jacarecapá

200

PAE Região dos Lagos

150

PAE Nazaré

126

PAE São Diogo

154

PAE Cuçaru

154

PAE Paytuna

126

PAE Curralinho

28

Incra operacionaliza créditos a 1.670 famílias de assentamento em Juruti (PA)


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) está operacionalizando créditos no Projeto Estadual de Assentamento Agroextrativista (PAEx) Curumucuri, município de Juruti (PA). Pela primeira vez, assentados da região acessam créditos disponibilizados pelo Incra. No total, 1.670 famílias estão aptas a acessar créditos no valor total de R$ 4 milhões.

A previsão é que a equipe do Incra permaneça em Juruti por mais 10 dias com o objetivo de possibilitar a assinatura dos contratos referentes ao crédito Apoio Inicial I. O trabalho iniciou no dia 5 deste mês.

O Apoio Inicial I é uma das novas modalidades de crédito ofertadas pelo Incra. Ele corresponde a R$ 2.400 por família e é destinado à aquisição de produtos que auxiliem nas atividades produtivas.

A adesão continua voluntária por parte do assentado, que, a partir de agora, passa a acessar os recursos diretamente na sua conta. O saque será feito a partir de um cartão, cuja emissão caberá ao Banco do Brasil. A previsão é que os cartões comecem a ser entregues na segunda quinzena deste mês.

O PAEx Curumucuri é o primeiro assentamento no Oeste do Pará a acessar o Apoio Inicial I.

Galeria de imagens das atividades no PAEx Curumucuri

Incra apresenta novos créditos, e assentados assinam contratos

Antes da assinatura dos contratos, técnicos da autarquia promovem reuniões no PAEx Curumucuri para esclarecer as novas regras e rotinas de aplicação de créditos aos assentados.

Famílias de 52 comunidades do PAEx Curumucuri estão na lista de atendimento do crédito Apoio Inicial I.

O PAEx Curumucuri foi criado pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa), mas as famílias também estão reconhecidas e incluídas na relação de beneficiários do Incra, o que lhes permite acessar as políticas públicas de responsabilidade da autarquia federal.

Pagamento
Do valor repassado referente ao crédito Apoio Inicial I, o Governo Federal irá conceder 90% de desconto na liquidação do crédito. Os 10% restantes devem ser reembolsados em parcela única, no prazo de três anos, com taxa de juros anual de 0,5%.

Restrições
É vedada expressamente a aquisição de bebidas alcoólicas, fumo, armas de fogo e munição. A norma que trata dos novos créditos prevê sanções a servidores do Incra, assentados e terceiros que praticarem irregularidades.

Incra volta a dialogar com trabalhadores rurais sobre demandas do PDS Serra Azul


Incra e MPE congregam associações para discutir demandas do PDS Serra Azul, localizado no Município de Monte Alegre (PA). Data: 18 de março de 2014. Local: Incra Santarém

Incra e MPE congregam associações para discutir demandas do PDS Serra Azul

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) recebeu, na tarde de ontem (18), representantes de famílias do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Serra Azul e da associação da Matona Serra Azul, área localizada no perímetro do assentamento, sediado no Município de Monte Alegre (PA). A reunião, realizada na sede do órgão em Santarém (PA), promoveu o debate sobre a reivindicação de trabalhadores rurais da associação Matona Serra Azul para excluir do PDS áreas as quais afirmam deter a posse.

A reunião contou com a presença do superintendente do Incra no Oeste do Pará, Luiz Bacelar Guerreiro, e técnicos da autarquia lotados em Santarém e Monte Alegre; do coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Santarém, Gilson Rego; e da promotora Ione Nakamura, do Ministério Público do Estado (MPE) do Pará.

Como encaminhamento, o Incra anunciou que realizará uma revisão das ocupações no PDS Serra Azul, em data a ser marcada após o fechamento do plano de ações da autarquia para este ano. A perspectiva é cadastrar quem manifestar interesse e tenha perfil de ser cliente da reforma agrária, conforme a capacidade do assentamento.

O superintendente Luiz Bacelar destacou os benefícios das famílias serem clientes de reforma agrária, como o acesso a créditos e ao programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”.

No caso de famílias da região da Matona Serra Azul que persistirem na exclusão de áreas do assentamento, com o objetivo de pleitear a titulação individual, serão consideradas na análise do Incra as posses anteriores à criação do PDS Serra Azul, que ocorreu em outubro de 2005.

PAE Eixo Forte recebe nova ponte


Ponte construída na comunidade Ponte Alta, PAE Eixo ForteA comunidade Ponte Alta, do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte, Município de Santarém (PA), recebeu uma nova ponte, facilitando o deslocamento das famílias e o tráfego de veículos, como de transporte escolar. A obra, de iniciativa da Prefeitura de Santarém, foi inaugurada na última sexta-feira (7).

A ponte tem 15 metros de extensão, com passarela para pedestre, e custou R$ 54.002,23.

Confira matéria exibida na TV Tapajós.

Veja mais notícias do PAE Eixo Forte neste blog.

Incra conclui 28 casas no PAE Eixo Forte


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) concluiu mais uma etapa de construção de casas no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte, Município de Santarém (PA): 28 foram entregues a famílias da região. O investimento, no valor de R$ 700 mil, movimentou a economia local. Os recursos foram empregados na compra de produtos e no pagamento de mão de obra.

As casas têm 72 metros quadrados, com sala, cozinha, dois quartos e banheiro. Em relação às etapas anteriores, houve uma ampliação da área construída em razão do acréscimo do valor repassado aos assentados, que saltou de R$ 15 mil para R$ 25 mil.

A construção das 28 casas ocorreu num período de quatro meses. Concluída esta etapa, o Incra alcança o número de 233 habitações financiadas com recursos – R$ 3,5 milhões – da autarquia. Eles são oriundos do Crédito Instalação, modalidade Aquisição de Material de Construção.

“A organização das comunidades foi fundamental no processo de construção das casas”, destaca o superintendente do Incra Oeste do Pará, Luiz Bacelar. “As famílias que receberam as casas foram apontadas a dedo. Eram as que mais precisavam”, avalia o presidente da federação do PAE Eixo Forte, Ladilson Amaral.

Matérias relacionadas
Incra entrega sete casas no PAE Eixo Forte
Incra alcança a marca de 210 casas em assentamento agroextrativista de Santarém (PA)
Medida provisória concede benefícios a assentados para liquidação de dívidas
Assinados contratos para a construção de 28 casas no PAE Eixo Forte